segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Cisne Negro | crítica

Um drama psicológico com ares de terror. Um conto de fadas com uma das trilhas mais fortes de todos os tempos e sem final feliz.

As histórias se misturam. Realidade e ficção são um só em Cisne Negro (Black Swan, 2010), novo filme de Darren Aronofsky. O filme conta a história de Nina (Natalie Portman, de V de Vingança), uma bailarina que, após a aposentadoria da antiga estrela de sua cia. de dança, tem a grande chance de sua carreira ao ser escalada para o papel principal de Lago dos Cisnes.

O problema é que o papel principal nessa complexa peça de Tchaikovsky é dividido em dois: A Rainha dos Cisnes e sua irmã gêmea má – o Cisne Negro.

Desde o começo, Nina se apresenta como uma talentosa e metódica bailarina, que dedica todas as horas do seu dia a dança. A disciplina necessária a uma bailarina de alto nível reflete não apenas em sua dança extremamente técnica, mas também em sua vida pessoal.

Seu quarto rosa e cheio de ursos de pelúcia mostra que a infantilidade não está apenas na falta de curvas em seu corpo, ou na cara angelical de Portman, Nina é infantil ao extremo e grande parte desse comportamento se deve a relação quase doentia com sua mãe (Barbara Hershey), que teve que abandonar a carreira de bailarina para cuidar da filha. Sempre com roupas pretas de balé como se estivesse de luto por sua carreira, a mãe de Nina a trata como uma adolescente de porcelana, depositando nela todas as frustações de sua carreira interrompida e deixando a menina em uma redoma de vidro. Totalmente controlada, sem privacidade.

Não é surpresa nenhuma que Nina tira com perfeição o número da Rainha dos Cisnes. O papel de princesa transformada em um cisne branco por um bruxa má e que vive a angustia de esperar por um príncipe que a liberte, cai como uma luva para a delicada e melancólica bailarina.

Porém, para interpretar o Cisne Negro, a técnica é apenas um pano de fundo para a sensualidade e a paixão exigidas por seu diretor (Vicent Cassel, de Paixão de Cristo), coisas que Nina não demonstra e nem nunca sentiu na vida.
A situação piora com a chegada de uma nova bailarina. Lily (Mila Kunis) é displicente, despojada, linda e extremamente sensual, tudo o que Nina não é.

Obcecada pela perfeição e esmagada pela pressão, a frágil Nina mergulha em um processo criativo autodestrutivo, se confundindo com a imagem perfeita de Lily e se transformando lentamente em Cisne Negro.

O roteiro escrito por Mark Heyman e Andres Heinz se baseia em metáforas. A transformação literal de Nina (que termina numa cena maravilhosa durante a apresentação final) é apenas um reflexo de sua transformação interna. Quanto mais Nina mergulha no seu personagem, mais sombrio o filme fica, nos levando a embarcar na loucura da bailarina.

Somos enganados a toda a hora e assim como ela, não sabemos o que é real ou não. Darren Aronofsky, que dedicou 15 anos ao projeto, dá uma aula de direção. Com uma ótima fotografia e lindos planos, o diretor dá o tom de claustrofobia e isolamento necessários para que o filme funcione.

Os espelhos são a principal arma do diretor, e parte importantíssima do filme, fazendo o papel de “janela da alma” de Nina, quase como um personagem próprio, nos mostrando tudo que está acontecendo internamente com ela.

Acompanhamos a fragmentação de sua personalidade com clareza e sutileza impressionantes. Vemos Nina se despedaçar diante dos nossos olhos, literal e metaforicamente. Mérito também da belíssima atuação de Natalie Portman, que merece todos os prêmios que ganhou até agora.
O paralelo entre o roteiro e a história do obra original de Tchaikovsky fica ainda mais evidente nos minutos finais do filme, quando o destino de Nina e do Cisne Branco se confundem e temos a mesma reação que a plateia do teatro no qual o balé se apresenta.

Se resta alguma dúvida sobre o final, não importa. A cortina fechou, o filme acabou. Fim do espetáculo.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Donkey Kong Country Returns | crítica

O Retorno dos Kong's ao console do joystick estressante.

Por Willian Rof
Antes de começar a crítica do novo jogo do gorilão mais burro da história dos games, quero fazer um agradecimento ao brother Marcos que me cede seu Wii sempre que preciso atualizar essa seção – e ainda é obrigado a aturar minhas histórias chulas, meus peidos envenenados e meu vocabulário recheado de palavras de baixo calão. Além das minhas piadas ácidas e politicamente incorretas, claro.

Esta semana o escolhido foi o mais novo capítulo da série Donkey Kong Country. O jogo em questão é Donkey Kong Country Returns, que trás o famoso macaco e seu amigo Diddy Kong para mais uma aventura repleta de desafios – e bananas.

Pega ladrão!

Quem é fã da série sabe que Donkey Kong e os atos de cleptomania sempre caminham paralelamente. Desde sua 1ª aparição (ainda nos arcades em 81), quando rouba uma princesa de não sei das quantas, o primata nunca mais parou de roubar ou ser roubado: de lá pra cá foram quase uma dúzia de jogos e muita surrupiação. O novo não seria diferente.

Desta vez a bicharada é hipnotizada por uns malucos com síndrome de Padre Quevedo e roubam umas bananas dos protagonistas – e todos sabem que no universo dos Kong’s isso é crime inafiançável; um acontecimento capaz de causar uma verdadeira guerra entre espécies. E se os cachos forem do Donkey então...

O retorno dos DK’s.

A Nintendo aproveitou nitidamente o gatilho das séries (que foram muito bem recebidas) do Mario (com o Mario Galaxy) e Samus (com o novo Metroid) para lançar mais uma série das antigas e revitalizar o seu pequeno arsenal de grandes jogos. Mas ao contrário do Mario e do Metroid (que tiveram sua jogabilidade modificada em relação aos o novo Donkey se utiliza de um sistema de jogo bem parecido com os antigos.

A começar com o padrão “da esquerda para a direita”, que marcou os jogos de plataforma nas décadas de 80 e 90; passando pelos mapas gigantescos (enormes mesmo), divididos por vários níveis que vão sendo desbloqueados a medida que o viciado controlador do joystick termina cada região. Sem esquecer dos cenários estilosos, que agora estão mais belos do que nunca, cheios de cores e peças interativas – graças a todo o poder do novo console da Nintendo.

Controle desgraçado.

Minha avó já dizia: nada é perfeito. O jogo, como era de se esperar é o maior barato; diversão garantida. Mas não da pra escrever uma crítica sobre um jogo do Wii sem mencionar aquele joystick. Basicamente o game inteiro pode ser jogado como controle desengonçado da Nintendo na posição horizontal – até aí da pra levar. O problema mesmo é que alguns comandos precisam de uma sacolejada no Wii Remote (nome oficial do controle estressante) para serem executados – em certos momentos parece que o jogador está tendo uma convulsão ou algo parecido.

No fim das contas Donkey Kong Country Returns pode até não superar as versões do gorila para SNES, mas garante boas horas de diversão ao lado do macaco besta mais carismático de todos os tempos. Marcos assina embaixo.



sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Sergio Aragones Destrói DC | das antigas

Nunca foi tão divertido destruir heróis.

Por Willian Rof
Qualquer fã de quadrinhos (ou quadrinhófilo, como chamam) com certeza já perdeu algumas horas de sua vida inútil para pensar o quão ridícula são as características que compõem os heróis DC. Impossível não rir da Mulher Maravilha com seu laço mágico e avião invisível; Batman é um cara normal (como eu e você) que consegue feitos incríveis – que nem eu nem você conseguiria. E o que dizer do Superman, um extraterrestre super forte, super rápido e superinteligente, mas ainda não se ligou que aqui no nosso planeta os habitantes usam a cueca por baixo da calça.

Não é só o Kick Ass que quebra tudo...

Olhando por um outro lado acho que até demorou um pouco para os nerds com poder na DC comics autorizarem uma publicação de humor como Sérgio Aragonês Destrói DC (Sergio Aragones destry's DC, 1996), utilizando-se de todas essas piadas prontas para criarem um dos maiores sucessos das HQ’s (ganhando inclusive o Will Eisner, o OSCAR dos quadrinhos) e gerando sequencias igualmente engraçadas como Sergio Aragonês Massacra Marvel e Sergio Aragonês Esmaga Star Wars. Esse Aragonês sabe mesmo desmantelar as coisas rapaz...

DC Destruída!!

Na trama Aragonês está cansado de sua vida medíocre como desenhista internacionalmente desconhecido, vivendo no submundo dos artistas de quadrinhos, ele quer reconhecimento e prestígio – não aquele da Nestlé, que por sinal é muito bom também. Ele quer sucesso! Para isso (segundo ele) precisa desenhar heróis famosos em uma história original – é aí que entra Mark Evanier quase sem querer na história.

Enquanto isso nos quadrinhos (dos quadrinhos) o Gavião Negro tem uma revelação bombástica que pode por um fim no Universo DC: segundo ele todos estão perdidos! Muito perdidos!!

Ajax, Aquaman, Flash, Lanterna Verde, Mulher Maravilha, Batman e Superman comem a pilha do feioso e decidem reunir-se (num lugar isolado e desconhecido – típico clichê de quadrinhos que reúnem muitos heróis) para discutir o problema e partir em busca do malfeitor – um vilão tão inesperado que nem o autor sabe quem é, literalmente.

Gênio é gênio e vice versa.

Falar de um clássico é sempre muito complexo: todos já sabem que essa HQ é extraordinária – Aragonês e Evanier funcionam como se fosse um uma só pessoa tamanha a sintonia entre os caras. O tempo da comédia é perfeito, faz com que o leitor morra de rir a cada nova página e até os “deslizes” do roteiro servem como piada – Aragonês passa mais da metade da HQ enrolando porque não sabe quem será o vilão medonho que está assombrando os heróis. Ao fim Batman chega a uma conclusão – mesmo sem coletar uma única evidencia. Genial!

E caso você não saiba nada sobre a vida destes mestres do humor em quadrinhos, não se preocupe, não será necessário você perder suas preciosas (e longas) horas de ócio pesquisando no Google. A própria publicação trás um resumo da biografia de ambos – assim você poderá se sentir um pouco menos inútil rapaz, e de quebra saber um pouco mais sobre seus dois novos ídolos. Divirta-se!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Solitários no SBT - a evolução.

A evolução dos Reality Shows

Por Willian Rof

Mais ou menos um ano atrás, eu lembro que zapeava pelos pouco mais de dez canais (mal sintonizados) de minha TV quando me deparei com um negócio curioso: um cara magrelo deitado no chão de uma sala de formas estranhas, enquanto uma voz distorcida narrava em OFF as ações do maluco – e de mais meia dúzia de desalmados que se meteram na mesma barca furada.

Não demorou muito para que eu percebesse que todo aquele circo fazia parte de mais um Reality Show. Mas como podia ser? Sem fofocas, picuinhas ou saradões com baixíssima atividade cerebral; sem gostosas lipadas e/ou siliconadas, nem mulheres fruta – exceto aquela dançarina deliciosa... Também não havia apresentadores famosos (tudo é controlado por um computador conhecido apenas como VAL), nem números para que os expectadores encarecessem suas faturas telefônicas na intenção de expulsar alguém do jogo. Definitivamente um negócio diferente.

Na TV nada se cria...

As imagens que vi eram do programa SOLITÁRIOS, produzido pelo SBT e adaptado de um Reality Show gringo chamado Solitary – onde alguns desocupados são trancafiados numas salas com menos espaço que uma lata de sardinha e são submetidos aos mais diversos perrengues: tudo isso por um punhado de notinhas verdes. No caso da versão brasileira os confinados disputam cinquentinha em barras de ouro eu valem mais que dinheiro – já dizia um certo animador de palco nascido cinco anos antes que o Matusalém.

Big Brother never more.

A vida dos solitários está longe das mordomias de outros Reality’s como Menina Fantástica, Big Brother ou os fazendeiros do canal do Pastor. Banho é luxo (há até quem goste), comida na medida – medida exata para que os participantes continuem com fome mesmo após as refeições; e dormir é só por algumas horas mesmo – nem pelo nome os solitários são chamados, sendo reduzidos a reles números como presidiários – aliás acho que esse é o 1º programa nesse formato a explorar ao máximo os pontos positivos do jogo: os desafios são muito criativos e sempre levam os jogadores a exaustão – mental, física ou ambos; já os jogos psicológicos são mais severos – exibir um depoimento de um familiar enquanto o participante (morrendo de saudades desse familiar) tenta executar uma prova importantíssima é no mínimo cruel.

No último dia 10 começou a 2ª temporada dessa loucura televisiva que me conquistou – e conquistou a muitos outros, claro. É uma ótima opção para todos os que não agüentavam mais nem escutar falar em Reality Show, de tão saturado que está esse rótulo aqui na TV aberta brasileira. Se ainda não viu, dê uma passadinha todas as quantas no canal do Silvio às 23:00hs; se já viu, deve estar viciado como eu...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

GRE-nal em Rivera. Dale Grêmio!

O jogo foi em outro país, os rostos em campo eram diferentes, mas o resultado foi o de sempre.

Por Willian Rof

Ainda no final de 2010, me recordo que alguém no meu Twitter ter me dito que o 1º GRE-nal de 2011 seria no Uruguai. Na época nem dei muita importância mas aí veio o novo ano e a notícia se confirmou: o Grêmio enfrentaria os Carniceiros na cidade de Rivera no país vizinho. O tricolor escalaria um time cheio de piás (sub – 15, acho) e o Inter colocaria em campo as porcarias de sempre – não importava se seriam os titulares ou reservas, todos eles se cagam quando jogam contra o imortal mesmo... Desta vez não foi diferente: os guris do Olímpico venceram bem no estilo gremista e puseram os muleques chorões vermelhos para voltar para POA com a cabeça inchada.

1º tempo – 45 minutos de agonia

Com o Grêmio disputando a Pré-Libertadores, se tronou comum ver aquele monte de guris espinhentos vestindo nosso manto sagrado. São os moleque da base e neles já podemos ver as principais características de um bom gremista: cara amarrada, espírito competidor e disposição para lutar até o fim.

Mas a estes garotos ainda falta a experiência e o aprimoramento da técnica; portanto o 1º tempo (como de costume) foi mais de transpiração que inspiração: passes errados, chutes errados (alguns em direção aos refletores até) e nada mais que isso. Ainda assim o Grêmio foi superior o tempo inteiro, criando as melhores oportunidades – ou seriam as menos ruins... fica a dúvida. Mas o que importa é que os cagalhões vermelhos (numa daquelas pegadinhas do futebol) abriram o placar, causaram um apagão momentâneo na gurizada azul e até esboçaram alguma pressão.

2º tempo – Grêmio + Renato + 4-4-2 = 2x1.

Para o 2º round o Grêmio mudou... tudo! Vilson que estava com uma merda de uma virose do caralho e nem devis ter entrado em campo, foi o 1º a ser kickado. Magrão entrou em seu lugar e Mário fujão voltou pra zaga. Aí o famoso 4-4-2 em losango do Portallupi estava de volta.

As alterações deram resultado – literalmente. O Grêmio voltou mais forte, pressionando os vermelhos – que mais pareciam gazelas acuadas. Era a hora dos tricolores.

Bruno Golaço fez um Collaço, digo, Bruno Collaço fez um golaço de falta, iniciou os trabalhos e salvou o resto de minhas unhas. A partir daí foi só pressão. Os chutes do Adilson, Magrão e Mithyuê rondavam a meta de Muriel – goleiro colorado. A propósito, Muriel não é nome de guria? Estranho isso...

Coincidências a parte, Lins (recém contratado) aproveitou a bobeira de um volante adversário, pipocou a rede do cara com nome de menina e nos deu uma vitória com uma cara diferente – ou melhor, com umas caras diferentes; porque não há nada de diferente em bater o Inter. Isso é a regra e não a exceção.

sábado, 15 de janeiro de 2011

A teoria do Cocô | sebo

A teoria pode ser do Cocô, mas o livro não fala de merda.

Realmente é impresionante o que se pode encontrar na net. Vocês devem se recordar de uma postagem da semana passada onde publiquei um e-mail interessante com uma lista bem inusitada: uma lista com "obras" de arte; concebidas por artistas bem peculiares. Os artesãos de W.C. - afinal acho que todos nós temos um pouco de arte no sangue mesmo.

Mas a maior das surpresas ainda estava por vir: numa conversa cotidiana normal, um de meus leitores (Celso Aquino) me perguntou se eu a tinha lido A teoria do Cocô - e-book escrito pelo publicitário baiano Ito Siqueira. Mas como assim? Se eu já tinha ficado surpreso com a lista dos cagões, como poderia conhecer um verdadeiro estudo sobre os toletes? Mas isso era por pouco tempo; uma breve busca no Google e meia hora depois eu já estava lendo o tal e-book que falava sobre a tal teoria...

Se um livro fala sobre merda, isso o torna um livro de merda?

Pra início de conversa, o livro não fala sobre merda rapá, aliás o próprio subtítulo já nos dá uma dica: Conceitos de Marketing que não são discutidos nas universidades. Mas uma coisa é certa, o grande gatilho para que os desocupados de plantão corram para adquirir a bagaça, é o seu estratégico título: me diga se algo mais nesse mundo poderia chamar mais a atenção?

E olha que nem foi preciso mais que 10 páginas para o autor destrinchar suas impressões sobre a Teoria nojenta que inventou: a Teoria do Cocô (é cocô mesmo, e não côco como você pode estar se perguntando) basicamente baseia-se no fato de que qualquer coisa pode ser vendida (até mesmo cocô) se você usar bons garotos propaganda e meia dúzia de anúncios no intervalo da novela das 8 - da Globo, é claro. Pra você que se interessou muito pelo assunto, o autor faz um passo a passou sobre o que fazer para ganhar dinheiro com aquelas "peças artísticas" que você despeja no vaso sanitário e posteriormente descarta esgoto abaixo todos os dias.

Antes de mais nada é importante que se diga não se trata de um livro de merda, nem traz em seu conteúdo um estudo aprofundado sobre o tema - na verdade o autor usa pouco menos que 10% do livro para escrever sobre a tal teoria.

Mas afinal, sobre o que esse negócio fala?

O livro traz diversos toques da área de Marketing que podem ser úteis a vida de quaquer pessoa. Também responde algumas questões que aperreiam os nossos dias como: "O Marketing cria necessidades?" ou "O cliente sempre tem razão?"

A última parte do livro conta uns casos que servem pra ilustrar (pros menos favorecidos mentalmente entenderem melhor, acho) alguns temas abordados. Tudo bem basicão - feito pra quem curte o tema mas não tem saco pra ler aqueles livros cheios de palavras que ninguém (que nã é do ramo) entende.

O autor fala sobre o Marketing que se aprende nas ruas - na maior parte das vezes essas lições vem de pessoas que só conhecem essa ciência de nome. Quanto a Teoria do Cocô, nem perco meu tempo pra falar dela - aliás nem o autor teve paciência pra isso.